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    A estratégia da Gafisa é alcançar um crescimento perene e sustentado, atendendo aos interesses de seus acionistas ao mesmo tempo em que busca gerar valor para todos os públicos envolvidos em suas atividades com uma gestão socialmente justa – impulsionadora do desenvolvimento de seus funcionários, fornecedores, clientes, do mercado e da sociedade como um todo – e ambientalmente correta, que minimize os impactos ao meio ambiente e promova o uso consciente e racional dos recursos naturais, observando sua disponibilidade em longo prazo.

    Em linha com esse compromisso e objetivo, a Companhia observa no dia a dia do negócio conceitos e práticas de responsabilidade social e ambiental.

    Responsabilidade ambiental

    A Companhia tem consciência de que a preservação dos recursos naturais e a minimização do impacto ambiental são mais do que um dever. São medidas fundamentais para a continuidade do negócio e trazem impactos positivos à sua marca, ao ganho de eficiência e ao desenvolvimento de novos produtos. Além do benefício intrínseco e essencial à manutenção da biocapacidade do planeta, a adoção de medidas ambientalmente corretas também se configura como um diferencial mercadológico, em razão da preocupação crescente dos consumidores com preceitos ecológicos e da preferência por empreendimentos que tenham menor impacto e permitam um maior contato com a natureza.

    Nesse sentido, a Gafisa cumpre todas as determinações legais relativas ao meio ambiente e adota práticas constantemente revisadas e desenvolvidas que excedem essas determinações. Todas as obras passam por monitoramento completo dos impactos ambientais com o objetivo de desenvolver alternativas para minimizá-los e realizar ações compensatórias. Esse processo tem início no licenciamento e continuidade nos projetos de monitoramento e educação ambiental na obra, além de iniciativas subsequentes à instalação, que envolvem os moradores e a comunidade do entorno.

    Iniciativas de gestão ambiental

    Coleta seletiva


    Dentre as medidas de gestão ambiental adotadas, um dos destaques é a realização de coleta seletiva em todos os escritórios e obras, que visa promover a gestão correta dos resíduos por meio da redução do volume produzido, da reutilização de materiais, da coleta seletiva e, posteriormente, da reciclagem. Assim como o programa 5S, introduzido em todas as unidades da empresa, a coleta seletiva propicia obras e áreas mais limpas e organizadas.

    Os resíduos acumulados nos canteiros de construção são comercializados e convertidos em prêmios, destinados aos trabalhadores terceirizados que atuam na obra. O engenheiro da obra é responsável por fazer o contato com a empresa de coleta seletiva para agendar a remoção dos materiais, enquanto o prefeito de 5S de cada empreendimento treina os funcionários sobre o processo e realiza a divulgação, o sorteio e a entrega dos prêmios adquiridos com os recursos provenientes da coleta seletiva.

    Nos empreendimentos AlphaVille, o programa de coleta seletiva de resíduos sólidos é realizado com a participação de cooperativas de catadores de materiais, para que a comunidade do entorno dos empreendimentos seja contemplada com uma alternativa de geração de renda.

    Uso de recursos naturais

    O uso racional dos recursos naturais não renováveis é prioridade nos loteamentos AlphaVille, que adota, por exemplo, bacias de retenção de água de chuva e sistemas de reuso de água para fins não residenciais.

    Está em desenvolvimento o programa Canteiro Sustentável, que concilia várias ações para minimizar os impactos ambientais dos empreendimentos da Companhia por meio do uso racional dos recursos naturais, com a difusão de medidas como a utilização de material reciclado para a confecção do canteiro, aproveitamento de água de chuva e de percolação e uso de gás para aquecimento de chuveiro. Algumas iniciativas já estão em andamento, como o reaproveitamento de água para a lavagem de caminhões e do próprio canteiro.

    Áreas de preservação

    Nos empreendimentos AlphaVille, em média 4% do valor de obra é destinado à manutenção de áreas de preservação do meio ambiente nos loteamentos. Graças ao perfil de baixa densidade demográfica que caracteriza os projetos, as áreas verdes e de preservação têm um percentual bastante elevado.

    Em Santana do Parnaíba (SP), no AlphaVille Burle Marx, as áreas verdes e de preservação correspondem a 71% do loteamento. Em Pinhais (PR), o AlphaVille Graciosa mantém a maior Reserva de Araucárias em área urbana do País, com as áreas verdes e de preservação correspondendo a mais de 1 milhão de metros quadrados, enquanto os lotes edificáveis correspondem a apenas 37% da área total.

    Soluções sustentáveis

    A minimização do impacto e a preservação ambiental se estendem à fase após a entrega do empreendimento. A Gafisa estuda constantemente a adoção de novos procedimentos e tecnologias que assegurem uma gestão ambiental eficiente durante todo o ciclo de vida dos empreendimentos entregues.

    O lançamento, em 2007, do Eldorado Business Tower foi um marco nesse sentido. A obra é o primeiro empreendimento da América Latina e o quarto no mundo certificado com o selo Leed® CS 2.0 Platinum (Leadership in Energy and Environmental Design), concedido pelo U.S. Green Building Council (USGBC). A certificação atesta a adoção dos critérios estabelecidos pelo USGBC – com a colaboração de cientistas, engenheiros e arquitetos de todo o mundo – que orientam o desenvolvimento de empreendimentos sustentáveis e avalia e reconhece o uso de soluções e tecnologias sustentáveis adotadas no projeto e na obra para reduzir os impactos ambientais de uma edificação.

    No Eldorado, a utilização de novas tecnologias possibilitou uma expressiva redução no consumo de insumos como água e energia, tanto durante a obra como depois de sua conclusão. Enquanto a média do custo do condomínio em um prédio do mesmo padrão é em torno R$ 15,00 por metro quadrado, no novo empreendimento ela equivale à, praticamente, metade desse valor.
     
    Durante a execução do projeto, a Gafisa contratou 47% do total de matérias-primas provenientes de fornecedores localizados em um raio de 800 quilômetros de São Paulo, contribuindo para a redução de emissões de poluentes. Além disso, introduziu no Manual do Proprietário um capítulo com dicas para contribuir no dia a dia, com a redução do impacto e a preservação do meio ambiente.

    A Gafisa também criou um grupo de estudos composto por engenheiros internos para avaliar a viabilidade de replicar, em seus novos empreendimentos residenciais, as soluções adotadas no Eldorado.

    Tecnologias aplicadas

    • Armazenamento de água de condensação proveniente de condicionadores de ar e captação a água de percolação para reuso.
    • Instalação de bacias com válvulas dual flush, com duplo acionamento, que permite ao usuário controlar a vazão de água no uso do vaso sanitário.
    • Sistema de ar-condicionado setorizado.
    • Tecnologia de frenagem degenerativa, pioneira no Brasil, que transfere a energia dissipada na descida de um elevador para outro que está subindo.

    Recuperação de áreas degradadas

    A Gafisa desenvolve um estudo das áreas ao entorno do local onde implanta seus empreendimentos, com o objetivo de recuperar o meio ambiente ou ecossistema da região. Um exemplo é o projeto de loteamento AlphaVille em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís (MA), que recuperou o ecossistema de um mangue localizado no entorno do empreendimento, que vinha sendo degradado por um processo de erosão em que a água das chuvas e os desmoronamentos de terra assoreavam uma grande área do mangue.

    Responsabilidade social

    A Gafisa se compromete com o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida das atuais e futuras gerações e, assim, adota uma série de princípios e iniciativas de geração de valor aos públicos com os quais se relaciona.

    Os integrantes do Comitê de Sustentabilidade avaliam constantemente projetos sociais voltados à cultura, educação, lazer e qualidade de vida. Diversas iniciativas já foram desenvolvidas com esse objetivo, integrando colaboradores, familiares e comunidades:

    • Revitalização das áreas comuns da Escola Estadual César Martinez, em São Paulo, e do Orfanato Santa Rita de Cássia, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro;
    • Campanhas de doação de sangue;
    • Campanhas de plantio de mudas;
    • Arrecadação de sacolas de Natal e de fundos para a ONG Amigos do Bem;
    • Projeto Colorindo a Obra, uma ação realizada na obra-piloto Paço da Águas;
    • Revitalização da Praça Acapulco, em Santo Amaro (zona sul de São Paulo) e criando um espaço de lazer para os moradores da região;
    • Concurso cultural “O que é mágico para você?”,realizado entre os estudantes do Colégio Elvira Brandão, na Chácara Santo Antônio (SP), que premiou com brinquedos educativos e bolsas escolares os autores das três melhores respostas;
    • Apresentações culturais para crianças da escola Miosótis e moradores do entorno do empreendimento Miosótis, em São Paulo.

    Fundação AlphaVille

    A Fundação AlphaVille foi criada em 2000, com a missão de promover o desenvolvimento das comunidades do entorno dos residenciais desenvolvidos pela Companhia. Os projetos privilegiam a inclusão social baseada nos talentos locais e no manejo sustentável dos recursos naturais.
     
    A instituição mantém um quadro diretivo próprio, composto a partir do envolvimento e comprometimento crescentes da Companhia com causas socioambientais. A entidade desenvolveu uma metodologia de tecnologia social sustentável e elabora seus projetos para que possam ser geridos, ao longo do tempo, pelas próprias comunidades, garantindo sua continuidade.  Ao longo de 10 anos de existência, a Fundação criou e desenvolveu diversos projetos, como por exemplo:

    • Bairro Escola AlphaVille Brasil (Barueri): desenvolvido em parceria com a Associação Cidade Escola Aprendiz, foca a educação e a formação das comunidades, por meio do fortalecimento das relações entre a comunidade e a escola. Praças, parques, becos, museus, teatros e oficinas, entre outros locais, podem se transformar em salas de aula. O projeto-piloto foi iniciado na comunidade do Jardim Imperial, em Barueri, com o atendimento semanal de 1.600 jovens e crianças. A experiência está sendo estendida ao município de Colombo (PR).
    • Escolas Ecológicas: as escolas incentivam um relacionamento sustentável entre o meio ambiente e a comunidade, com a proposta de engajar crianças e adolescentes, os tornando multiplicadores de conceitos, e de oferecer orientação e formação ecológica e social às comunidades.
    • Comitê de Democratização da Informática: o projeto consiste na formação da Escola de Informática e Cidadania AlphaVille (Eica), em parceria com a ONG Comitê para a Democratização da Informática, que atende 200 pessoas em Santana do Parnaíba (SP) e 150 em Fortaleza (CE).
    • Laboratórios de Informática: os laboratórios, que beneficiam cerca de cem jovens, visam estimular a cidadania e a inclusão digital dos moradores do Parque Imperial, em Barueri (SP) e é mantido em parceria com o Fundo Social de Barueri, a Assinco Informática e a ONG Pensamento Digital.

    A Fundação AlphaVille também apoia atividades de voluntariado e a conscientização de seus colaboradores sobre a preservação do meio ambiente. Com o projeto Tô de Olho, no escritório de São Paulo, foram obtidas reduções de 33% no consumo água, 20,9% de eletricidade e 30% de papel. Além disso, durante o Dia de Fazer a Diferença, 280 colaboradores atuaram em projetos de melhoria das comunidades. Em Curitiba (PR), as atividades incluíram reforma do parquinho, da área externa e das salas de informática e plantio de árvores e flores no Centro de Convivência de Graciosa. Em Salvador (BA), foram feitas melhorias no Centro de Convivência do Bairro da Paz. Em Barueri (SP), a reforma do parquinho e pintura dos muros do prédio da creche Planeta Criança.

    Em Carapicuíba (SP), foi reformado o refeitório, além da pintura e conserto dos quatro playgrounds; plantio da horta e reforma da quadra do Abrigo Santa Terezinha, onde vivem 156 crianças.